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09 Setembro 2016

Cheirar (Bastante) Vinho Faz Bem Ao Cérebro

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Querem zelar pela saúde o vosso cérebro? Vão em frente e cheirem profundamente o próximo copo de vinho que virem (e o próximo, e o próximo). Investigadores da Clínica Cleveland, em Las Vegas encontraram num estudo preliminar que os mestres sommeliers – pessoas que, sem dúvida, dependem do seu sentido de cheiro mais do que ninguém – são menos propensos a ter a doença de Alzheimer e a de Parkinson do que as pessoas que não mergulham no delicioso cheiro. O estudo, que foi publicado na revista Frontiers in Human Neuroscience, comparou as análises aos cérebros de 13 sommeliers e 13 pessoas com empregos muito menos interessantes. Os investigadores repararam em diferenças importantes em certas áreas do cérebro dos sommeliers. Por um lado, como se esperava, as secções do cérebro dos sommeliers que lidam com o odor eram mais espessas. Além disso, as partes do cérebro que lidam com a memória eram mais espessas. O que faz sentido se pensármos nisso, já que se espera que os sommeliers se lembrem não apenas do gosto do vinho, mas da região, a história e o ano do vinho também.

“No geral, estas diferenças sugerem que a experiência e o treino especializado pode resultar em melhorias no cérebro na idade adulta”, afirma o estudo. “Isto é particularmente importante tendo em conta as regiões envolvidas, que são as primeiros a ser afectadas por muitas doenças neurodegenerativas.”

Esta última frase é muito importante . Estas secções reforçadas dos cérebros dos sommeliers são as secções que são mais sensíveis à perda da função de memória mais tarde na vida. Seguindo esta lógica: Cheirar imenso vinho, cria esistência à perda de memória. Depois de sentirem o cheiro do vinho, bebam-no, porque os estudos mostram que também ajuda a prevenir a doença de Alzheimer. É tudo muito emocionante, mas o estudo da Cleveland Clinic está longe de ser conclusivo.

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“Embora nós não saibamos com certeza, existe a possibilidade de que, quando se trata do cérebro, mais espesso é melhor”, disse Sarah Banks, uma das responsáveis pelo estudo.. “Parece que se tivermos mais cérebro nessas áreas, ele vai demorar mais tempo a sentir os efeitos da doença, mas é apenas especulação.”

A especulação de uma especialista, no entanto. Ainda não há noticias sobre o que é preciso para ser voluntário para um novo estudo destes mas se soubermos avisamos. Independentemente disso, todos esses cheiros merecem algum reconhecimento extra. As enzimas tiveram horas extras de trabalho para fazer o cheiro de vinho tão bom.

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