Marty Friedman explicou saída dos Megadeth: “Não tinham mais nada a oferecer-me”
Marty Friedman, ex-guitarrista dos Megadeth, revelou os motivos que o levaram a afastar-se do grupo no início dos anos 2000. Em entrevista ao programa Life In Six Strings, Friedman disse que sua saída foi madura e necessária porque “não tinha mais nada a dar à banda, e eles não tinham nada mais para mim”, encerrando assim a parceria.
Friedman explicou que, por volta de 2000, sentiu que havia esgotado a sua contribuição criativa nos Megadeth e que permanecer ali significaria limitar o seu próprio desenvolvimento artístico. Para ele, o momento era propício para seguir outros caminhos musicais, especialmente em direcção a influências fora do metal tradicional que o fascinavam.
O guitarrista, que deixou oficialmente os Megadeth por diferenças criativas, encontrou uma nova vida artística no Japão, onde vive desde 2003 e se envolveu profundamente na cena musical local. Ele construiu uma carreira solo sólida, lançou diversos álbuns e se integrou tanto à cultura quanto ao mercado musical japonês, ao ponto de ser nomeado “Embaixador do Património Japonês” pelo governo local.
Desde então, ele lançou trabalhos solos que exploram fusões entre rock, metal e influências orientais, mantendo presença constante no cenário internacional. Embora tenha parado de falar sobre os Megadeth por muitos anos, Friedman mais recentemente retomou conversas sobre o seu legado com respeito.