TIKTAALIKA partilham vídeo para o tema «Gods Of Pangaea»
O guitarrista dos Haken, Charlie Griffiths, regressa com a continuação do seu álbum a solo de 2022. Desta vez, Charlie assume a alcunha de Tiktaalika e apresenta «Gods of Pangaea» – com lançamento previsto para 14 de março de 2025. O álbum começa onde o último terminou e continua com uma exploração de um mundo antigo e esquecido, que colide com o planeta centrado no ser humano que habitamos atualmente.
Para coincidir com o anúncio de hoje, foi lançada o tema-título do álbum, com a voz de Daniël de Jongh, dos Texture. O vídeo mostra Charlie a colorir a impressionante capa do disco, mais uma vez criada por Dan Goldsworthy (Sepultura, Body Count, Aborted).
Musicalmente, o álbum presta homenagem à arte do riff de guitarra, com o seu ADN a remontar à era dourada do metal, com sabores de Mercyful Fate, Judas Priest, Megadeth e Metallica. Sobre o processo criativo, Charlie explica: “Desta vez, quis ser mais orientado para as canções, em vez de ter um conceito abrangente. Embora eu tivesse um plano aproximado para a forma do álbum na minha cabeça e estivesse sempre consciente do equilíbrio e do fluxo da experiência do álbum; começando com um thrasher rápido, seguindo com uma faixa progressiva mais longa, depois uma música mais lenta, seguida por uma faixa mais suave e assim por diante. Terminei todas as músicas primeiro e concentrei-me realmente em que cada secção estivesse lá por uma boa razão, com um riff de guitarra que impulsionasse a música.”
No álbum, Charlie é acompanhado pelo baterista Darby Todd (Devin Townsend) e pelo baixista Conner Green (Haken). Ele também é ajudado por uma coleção de alguns dos melhores vocalistas do ramo, com Tommy Rogers (Between The Buried & Me), Rody Walker (Protest The Hero), Vladimir Lalić (Organised Chaos) todos juntando-se ao já mencionado de Jongh. “Já tinha toda a música escrita há algum tempo”, comenta Charlie, ”pude permitir que ela se infiltrasse na minha mente antes de passar para as letras e para as demos das linhas vocais. Sou muito específico com as melodias e a colocação das palavras, por isso os cantores podem concentrar-se apenas em entregar a música a 100%, sem terem de pensar em demasiadas coisas. É claro que cada faixa saiu mil vezes melhor do que eu esperava; todos fizeram um trabalho incrível!”