Heavy metal é uma irmandade; é uma música que passa de pai para filho, segundo Kerry King (Slayer)
O heavy metal está no mercado fonográfico há mais cinquenta anos, o que é uma dádiva para algumas pessoas e o pesadelo para outros indivíduos. E muito da constância deste estilo de arte se dá por ser uma música passada de pai para filho ou de um irmão mais velho para o caçula, por exemplo.
Conversando com a revista australiana Blunt, Kerry King, guitarrista e um dos criadores dos Slayer, refletiu sobre o assunto e chegou a afirmar, inclusive, que o heavy metal é uma irmandade.
“Nas nossas Performances, viamos irmãos mais velhos a trazer os irmãos mais novos ou até mesmo os pais a trazer os seus filhos porque esse tipo de música não é alienante num ambiente familiar.
Não é nada fixe gostar da mesma música que os teus pais pais, entretanto, no heavy metal, é ao contrário. Nós viamos várias geração na plateia. Havia os fãs da primeira geração e a geração mais nova.
Além do mais, eu vejo o tempo todo os jovens a usando t-shirts dos Slayer, Metallica, Megadeth e outras bandas. Então, o heavy metal é uma irmandade, é mais do que um estilo de música”.