Corey Taylor Disse Que A Roadrunner Records Não Ficou Entusiasmada Com O Seu Disco A Solo
Corey Taylor, o vocalista doS Slipknot, já começou a trabalhar o lançamento dO seu segundo disco solo, que deve chegar no fim deste ano.
Mas voltando um pouco no tempo, Taylor relembrou num nova entrevista, como a editora Roadrunner Records não teve entusiasmos em trabalhar o seu primeiro disco a solo. Ele fala sobre o relacionamento dele com a gigante editora e sobre a liberdade de lançar algo sem a pressão disso:
“Honestamente, é tudo isso. Mas também há aquele momento… e mesmo depois de todos esses anos, para mim, há esse momento em que é assustador também. Tu pensas ‘f*da-se’. Isso parece – não começar de novo, mas agora tens que criar laços com um novo grupo de pessoas. Mas a coisa radical sobre a BMG é como tudo o que sou e tudo o que faço eles são. O que é revigorante, porque provavelmente há cerca de 10 anos a Roadrunner não é assim. A Roadrunner era completamente antitética quando se tratava dessas coisas. Eles simplesmente tornaram-te esta empresa que nem reconhecíamos. Então, quando nosso contrato acabou, dissemos adeus! Porque se transformou num monte de gente que não conhecíamos.”
Então, quando chegou a hora de fazer o meu trabalho solo, a Roadrunner quase sem entusiasmo lançou o primeiro álbum. Não forcei. É uma loucura que tenhamos feito o que podíamos com isso, mesmo com a pandemia em andamento, porque eles não se importaram. Então, quando chegou a hora de renovar com a Roadrunner, eles disseram ‘Se quiseres ir para outro lugar, nós não te vamos impedir’. Eu estava tipo, ‘Isso é tudo que eu precisava ouvir, ’ Eu estava tipo, ‘Obrigado por isso.’”
Quando o apresentador do podcast Ryan Katz observou que deve ter sido “chocante” para a Roadrunner dizer isso, Corey corrigiu-o:
“Na verdade não – não quando pensas sobre o facto de que eles não se importam. Eles não se importavam connosco. Como eu disse, era um grupo totalmente diferente de pessoas. Eles não tinham nada a ver com os que nos levaram até lá; eles não tinham nada a ver com os que nos mantiveram lá; então eles realmente não nos queriam lá. Então eu estava, tipo, ‘Tudo bem. Tanto faz.’ Então a BMG chegou parecia os velhos tempos do Roadrunner. A emoção, a paixão deles, o facto de serem uma empresa global… E eles disseram, ‘Vamos fazer deste álbum não apenas uma prioridade, mas vamos apoiar-te a cem por cento.’ E eu estava tipo, “Ganhaste-me com o Olá. Vamos fazer isto.”