Testament: Chuck Billy Afirmou Que Steve Di Giorgio Não Teria Durado Muito Tempo Como Membro Dos Megadeth
Chuck Billy, vocalista dos Testament, afirmou em entrevista ao Trunk Nation With Eddie Trunk, da SiriusXM, que Steve Di Giorgio não teria durado muito tempo como membro dos Megadeth caso tivesse sido convidado para se juntar à banda.
O baixista de longa data dos Testament interveio temporariamente para gravar as faixas de baixo do último álbum dos Megadeth, “The Sick, The Dying… And The Dead!”, em 2021, logo após a saída de David Ellefson. Com o início da tourneé, o ex-membro James LoMenzo voltou à família Megadeth como baixista permanente.
Questionado se estava preocupado que os Testament pudessem perder o seu baixista para os Megadeth, Chuck disse : “Bem, claro. Nós definitivamente estamos sempre preocupados com isso… Tivemos tantas mudanças na formação, isso não nos incomodaria. Mas o Steve é uma parte importante da banda; ele foi uma grande adição quando voltou. E nós passámos por muita coisa juntos pessoalmente. Então, claro, quando se tem a oportunidade de tocar com eles, e eu tenho certeza que eles o estavam a cortejá-lo para se juntar à banda. Estou feliz que ele tenha decidido ficar conosco.”
E continuou: “Acho que suas intenções sempre foram apenas ‘vou gravar o disco’, porque é isso que Steve faz – ele toca em muitos álbuns. Eu pensei, ‘É isso que ele faz. Vai em frente, Steve. Só não te vás embora’ [Risos]. E eu tenho certeza que eles pediram para ele se juntar à banda. E ele decidiu, ‘Você sabe, eu estou com meus irmãos aqui há muito tempo. Eu vou ficar com meus irmãos’”.
De acordo com Chuck, o baterista do Megadeth, Dirk Verbeuren, “teve muita influência para Steve” participar da gravação do novo disco porque Dirk é “muito amigo de Steve e eles fizeram muitos projetcos juntos”. No entanto, Billy acrescentou que não acha que Steve teria durado na banda: “Eu conheço o Steve muito bem, e conheço o Dave [Mustaine, líder dos Megadeth] muito bem, e tenho certeza que os dois mundos teriam colidido”.