Tempo que passam a ver televisão pode aumentar o risco de demência
Um estudo realizado por investigadores da Universidade Médica de Tianjin, na China, revelou que quem passa mais tempo a ver televisão tem uma maior probabilidade de desenvolver demência. A investigação durou 13 anos.
Os investigadores recorreram a dados do UK Biobank (projeto que recolhe dados médicos de meio milhão de britânicos adultos), relativos a 407 mil pessoas, com idades entre os 37 e os 73 anos. Durante o estudo, 5.227 pessoas desenvolveram demência, 6.822 sobreviveram a um acidente vascular cerebral (AVC) e 2.308 foram diagnosticadas com Parkinson
Um estudo realizado por investigadores da Universidade Médica de Tianjin, na China, revelou que quem passa mais tempo a ver televisão tem uma maior probabilidade de desenvolver demência. A investigação durou 13 anos.
Os investigadores recorreram a dados do UK Biobank (projeto que recolhe dados médicos de meio milhão de britânicos adultos), relativos a 407 mil pessoas, com idades entre os 37 e os 73 anos. Durante o estudo, 5.227 pessoas desenvolveram demência, 6.822 sobreviveram a um acidente vascular cerebral (AVC) e 2.308 foram diagnosticadas com Parkinson
Recorde-se que demência é um termo genérico utilizado para designar um conjunto de doenças que se caracterizam por alterações cognitivas que podem estar associadas a perda de memória, alterações da linguagem e desorientação no tempo ou no espaço. Para a maioria não existe tratamento. Porém, está provado que cerca de 40% das demências, como o Alzheimer (a forma mais comum de demência), podem ser prevenidas ou atrasadas.
A Organização Mundial de Saúde estima que existam 47.5 milhões de pessoas com demência em todo o mundo, número que pode chegar os 75.6 milhões em 2030 e quase triplicar em 2050, para 135.5 milhões.