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25 Outubro 2021

Slipknot: Jay Weinberg “Demorou Anos” A Acostumar-se “À Máscara Da Banda

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Jay Weinberg, baterista dos Slipknot desde 2014, revelou os bastidores da criação e uso das máscaras na banda em entrevista à rádio 102.9 The Hog. 

Durante as gravações do primeiro álbum da banda com Weinberg na bateria, 5: The Gray Chapter (2014), o músico não teve tempo de se adaptar ao acessório antes de subir ao palco. “Eu estava tão focado na música, mas as máscaras eram algo que eu nunca tinha experimentado antes de subir ao palco – eu não tinha nenhuma experiência com isso”, lembrou (via Ultimate Guitar). 

A adaptação não foi fácil e demorou algum tempo até o baterista entender o conceito teórico e a vivência prática com a persona criada. “Definitivamente, demorou muitos anos para usar isto no palco e entender realmente o elemento que [a máscara] traz para o que fazemos”, confessou. “Depois de tocar em 200 concertos com uma máscara – e eu só tinha uma máscara original – ela simplesmente desfez-se e ficou nojenta de usar”. 

Segundo Weinberg, todos os membros o ajudaram na criação da primeira máscara, mas cada um actua de forma individual com o passar do tempo, representando mudanças pessoais e colectivas da banda em cada nova máscara criada. 

 “O pessoal ajudou absolutamente com a criação – criamos pouco de uma personalidade diferente da que carregamos na vida normal quando não estamos dentro da máquina Slipknot”, explicou. “Então, pegando em todo o conhecimento que ganhei, quando estávamos a fazer o “We Are Not Your Kind” (2019), pensei ‘Tudo bem, tenho uma ideia do que é esta máscara e o que ela significa para mim, e como eu quero que ela evolua e cresça conforme crescemos e fazemos um novo álbum’”. 

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Na visão de Weinberg, a criação individual das máscaras fortalece a banda como um todo. “É uma parte da arte dos Slipknot, e levamos isso muito a sério”, afirmou. “Acho que cada um de nós vai para um pequeno mundo, descobrindo onde esse crescimento vai ter lugar e onde essa mudança ocorrerá, (…), acho que é tudo reflexo do nosso humor como indivíduos. A partir daquele clima que o indivíduo cria, então a banda fica coesa e unificada, todos juntos com as suas próprias partes individuais, é onde tudo se junta e se torna uma unidade, e eu acho isso incrível”. 

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