18
Julho
2026
Nova agência quer Portugal como país “onde é fácil fazer ciência”
O presidente da Agência para a Investigação e Inovação (AI²) disse hoje querer tornar Portugal num dos países “onde é mais fácil fazer ciência e inovação”, pedindo um reforço do investimento público e privado.
Na abertura do maior encontro da comunidade científica em Portugal, o “Encontro Ciência e Inovação 2026”, João Barros começou por pedir um reforço do investimento público, mas também uma maior presença do setor privado.
O primeiro objetivo da instituição que veio substituir o Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e a Agência Nacional de Inovação (ANI) é “tornar Portugal um dos países onde é mais fácil fazer ciência e inovação”, disse o presidente da AI² na sessão de abertura do encontro.
Para isso, acrescentou, é preciso garantir “calendários previsíveis, orçamentos estáveis” e melhores condições para quem investiga e empreende.
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