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20 Abril 2019

Kim Thayil (Soundgarden) Escolheu Os Seus 10 Álbuns ´Favoritos Do Grunge

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O guitarrista Kim Thayil, dos Soundgarden, falou em entrevista à Rolling Stone sobre os seus 10 álbuns de grunge predilectos. O músico escolheu nomes esperados, como Nirvana e Pearl Jam, e mergulhou em grupos mais alternativos, como Skin Yard e U-Men.

Confiram, a seguir, as escolhas de Kim Thayil, com um excerto do seu comentário para cada álbum.

Nirvana – “Bleach” (1989): “Escolhi “Bleach” pela força de “Negative Creep”, que seria uma música incrível como hardcore ou como metal-grunge. Também amo os riffs de “Blew” e “Swap Meet”. […] Era um disco muito popular entre a nossa banda quando estávamos em tourneé.”

Green River – “Dry As A Bone” (1987): “O primeiro disco, “Come On Down”, é um pouco mais grunge, mas não é tão memorável como “Dry As A Bone”. O disco “Rehab Doll” é como se eles estivessem a tocar o glam de L.A., algo que nunca gostei. “Dry As A Bone” traz-me uma vibe que tinham os Dead Boys e Aerosmith.”

Melvins – “Gluey Porch Treatments” (1987): “Poderia escolher quase tudo dos Melvins, mas escolho este por ser o disco de estreia. Eles fizeram muitos álbuns mais inventivos e melhor produzidos, mas eu gosto de pensar neles neste período. Era a banda mais lenta da cena, mas começaram a ser os mais rápidos.”

U-Men – EP “U-Men” (1984): “Há um debate sobre os U-Men serem ou não ser grunge. Certamente, eles são proto-grunge. Todos estavam de olho neles. Foram diferentes de todas as bandas de Seattle no começo dos anos 80, que eram quase new wave ou butt-rock adolescente.”

Malfunkshun (apenas menção): “Na falta de um disco real dos Malfunkshun, digo apenas que tudo dos Malfunkshun devia estar nessa lista. Há um álbum chamado “Another Pyrrhic Victory” com duas músicas deles. E a compilação “Deep Six” tinha outras. São músicas incríveis. E há um álbum póstumo, “Return to Olympus”. Eles eram muito inspiradores e influentes por serem muito pesados.”

Skin Yard – “Hallowed Ground” (1988): “Não acho que ninguém dos Soundgarden gostou do primeiro disco dos Skin Yard, mas gostávamos deles como pessoas e do quão único era o que eles estavam a fazer. Eles ficaram mais pesados e melhoraram os discos. Em “Hallowed Ground”, eles estavam a entrar no ritmo.”

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Mudhoney – “Superfuzz Bigmuff” (1988): “Os Mudhoney tinham muita presença com o Mark (Arm, vocalista e guitarrista). Sempre gostei do Steve (Turner) a tocar  guitarra. […] Coloco ‘Superfuzz Bigmuff’ na lista por causa da música “In ‘n’ Out of Grace”, a minha favorita deles.”

Tad – “God’s Balls” (1989): “Escolho esse disco por causa do background poético do Kurt (Danielson, baixista). Acho que essa percepção contribuiu para a banda. E eu adoro a maneira inventivo do Gary (Thorstensen) a tocar guitarra.”

Screaming Trees – “Clairvoyance” (1986): “Não sei como os categorizavam, mas eles eram grunge, pelo menos na moda. Eles usavam flanela independentemente de nós. Eu gosto do “Clairvoyance” por causa da música “Clairvoyanc”‘, mas a minha favorita é “I See Stars”, seguida da “Orange Airplane”. Depois, eles “engordaram” o som. A influência deles para Seattle foi significativa. Eles colocaram-nos na editora SST. […] O Ben (Shepherd, baixista dos Soundgarden) trabalhou com o Mark Lanegan (vocalista dos Screaming Trees), O Chris (Cornell, falecido vocalista e guitarrista dos Soundgarden) co-produziu “Uncle Anesthesia” e o empresário deles era o nosso durante boa parte da nossa carreira. São parte da família.”

Alice in Chains – “Facelift” (1990): “Os Alice In Chains veiram de uma cena diferente, mas começaram a tocar connosco, com os Pearl Jam e os Nirvana. Amo o groove e o riff de “It Ain’t Like That”  Queria ter composto aquela música e é por isso que eu adoro este disco.”

Pearl Jam – “Ten” (1991): O “‘Ten’ foi um super álbum com super êxitos. Fala por si só. Todos tiveram “Ten” na coleção em algum ponto da vida. […] Pessoalmente, é importante para mim porque conheço estas músicas de um contexto de palco. Eu vi-os ao vivo algumas vezes antes do disco sair, como Mookie Blaylock e como Pearl Jam. […] O Mike (McCready, guitarrista) era um solista poderoso e fazia tudo o que gostaríamos que um músico pudesse fazer. E têm um dos maiores vocalistas do rock, alguém que era tão emotivo que das primeiras vezes que vi, fez-me sentir aqueles arrepios na espinha.”

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