Jejum intermitente aumenta risco de morte
O jejum intermitente entrou na vida da sociedade ocidental como, em muitos casos, forma de perder peso.
A ideia passa por estar várias horas por dia sem consumir alimentos, mas a verdade é que apesar do sucesso da dieta, ela pode ser mais perigosa do que se pensa.
Um estudo da American Heart Association, conhecido ontem, 18 de março, adianta que o jejum intermitente pode aumentar o risco de morte por doenças do coração em 91%.
Entre 2003 e 2018 foram acompanhadas 20 mil pessoas adultas e percebeu-se que quem come de forma regular durante 12 a 16 horas por dia tem uma melhor saúde cardiovascular.
As conclusões indicam também que quem pratica jejum intermitente tem menos massa muscular magra em comparação com quem come de forma regular.
De acordo com os investigadores, os próximos passos são a realização de mais estudos para entender outros impactos do jejum intermitente.