Fred Durst Dos Limp Bizkit Falou Sobre Chester Bennington
Em depoimento à revista Variety, o vocalista do Limp Bizkit, Fred Durst falou sobre a morte do vocalista dos Linkin Park, Chester Bennington, que aconteceu no passado dia 20.
No depoimento Durst disse:
“Estou sentado aqui com meu irmão Cory e estávamos a conversar sobre quando os Linkin Park tocaram antes da nós no seu primeiro concerto na Europa. Eles vieram ao nosso camarim e eles estavam claramente animados e tímidos. O Wes [guitarrista dos Limp Bizkit], eu e o meu irmão fomos ver o concerto deles e abrimos uma garrafa de champagne para comemorar e para lhes dar os parabéns depois da performance deles.
Eu lembro-me os ver do lado do palco enquanto eles tocavam e eu pensava comigo mesmo “a voz do Chester vai rebentar com estes miúdos”. Foi um grande momento e fico feliz de ter estado lá.
Eu podia dizer tantas coisas boas sobre o Chester que eu conheci. Ele tinha um maneira de fazer toda a genter ser ouvida, ser entendida, se sentir significante. A sua áurea e espírito eram contagiantes e poderosas. Geralmente esse tipo de pessoa tem tanta dor e tortura por dentro que a última coisa que eles querem fazer é contaminar ou quebrar o espírito dos outros.
Ele fazia sempre o possível para demonstrar que realmente se importava com os outros. Por mais real e transparente que fossem as nossas conversas, ele buscava sempre a luz na escuridão. Na minha última conversa com ele, ele estava a segurar dois dos seus filhos fofos e a dar-me elogios totalmente altruístas e motivacionais em relação aos Limp Bizkit e a mim mesmo, agradecendo-me por ter aberto a porta para bandas como os Linkin Park.
E eu disse-lhe que se não fosse por ele, pela sua voz e pelas suas palavras, o gênero nunca teria atingido as massas e afectado tantas vidas. Eu agradeci-lhe por ser corajoso e humilde e por sempre ser tão educado. Nós rimo-nos, abraçámo-nos e fizemos piadas como se houvesse um amanhã para nos vermos de novo.
Eu queria abraçá-lo agora e dizer-lhe que todos nós temos dor com a qual lidamos da nossa própria maneira. Eu sei que a tortura dele era única para ele, mas eu estaria sempre aqui para o ouvir e o ajudar como eu pudesse. Mas eu não terei mais um abraço e nem mais um momento como aquele, o que me deixa triste.”