White Lion: Vito Bratta Não Descarta Voltar A Tocar Em Público
Desaparecido dos holofotes nas últimas décadas, o guitarrista Vito Bratta criou fama como um dos melhores instrumentistas dA sua geração graças ao trabalho com os White Lion.
A banda despontou na onda do hard rock oitentista e conseguiu alguns sucessos, especialmente com o álbum “Pride”. Lançado em 1987, o segundo disco do grupo vendeu mais de 2 milhões de cópias, impulsionado pelo sucesso da balada “When the Children Cry”.
O conjunto dissolveu-se em 1992, com o vocalista Mike Tramp a desenvolver uma carreira a solo e a participando em outros projetos. Ele chegou a usar novamente o nome da banda por um breve período, mas mudou de ideias em respeito a Vito. O baixista James LoMenzo hoje toca nos Megadeth e o baterista Greg D’Angelo administra um estúdio em Los Angeles.
Numa entrevista realizada em 2019 pela Guitar World e só agora publicada, Bratta reconhece que pode regressar aos palcos algum dia. Porém, não quer prometer nada.
“De certa forma, magoa-me não fazer isto. Sinto saudades. Lamento não usar um talento que recebi. Mas muita coisa teria que mudar. Fico feliz que deixei uma marca e excedi as minhas habilidades.”
O músico declarou não ter se sentido surpreso quando as coisas acabaram após o sumiço do movimento do qual faziam parte.
“Sabia que uma hora aconteceria. Aconteceu até um tipo da gravadora dizer que nosso problema era que tocávamos bem demais e os miúos queriam outra coisa. Entendi que aquilo era um convite para nos retirarmos.”
Atualmente, Vito Bratta tem 60 anos e mora em Staten Island, cidade do estado americano de Nova Iorque, onde nasceu.
Por muitos anos, deixou de tocar guitarra eléctrica e dedicou-se apenas à guitarra clássicoa. Porém, de acordo com o próprio, retornou ao antigo instrumento em tempos recentes.