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01 Junho 2024

Max Cavalera diz que ideia de regravar álbuns do Sepultura foi de Gloria

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Desde o ano passado, Max Cavalera e Iggor Cavalera vêm lançando regravações de trabalhos antigos do Sepultura. Por meio do projeto Cavalera, os irmãos lançaram releituras do EP “Bestial Devastation” (1985) e do álbum “Morbid Vision” (1986) no ano passado. Agora, preparam uma versão de “Schizophrenia” (1987) para o dia 21 de junho.

Curiosamente, a ideia de dar uma nova roupagem para os materiais não veio de nenhum dos músicos. Na verdade, segundo Max, quem pensou na possibilidade foi Gloria – sua esposa e também empresária.

Em entrevista ao site All Music, o vocalista e guitarrista explicou:

“A ideia, na verdade, não foi minha, não posso levar os créditos. A ideia veio da minha esposa, Gloria. E foi realmente do nada. Ela disse para a gente: ‘Não seria legal se vocês regravassem seus primeiros trabalhos? Porque o som é uma porcaria’. [risos]. E eu disse ‘você pode ser sincera, é tudo uma porcaria’.”

Apesar de admitir que a qualidade sonora e técnica dos trabalhos não seja das melhores, o cantor acredita que as faixas são “incríveis”. Em seguida, também confessou que adoraria ver bandas como Slayer, Metallica e Exodus adotando a mesma iniciativa.

“São canções incríveis, que compusemos quando éramos adolescentes. Eu estava começando a compor música e ainda entendendo como fazer isso. Eu nem sabia nada de afinação […]. Eu amo esses discos, mas sempre houve uma parte de mim que pensava: ‘eu gostaria que eles soassem tão bem quanto soam ao vivo’. E não estou falando apenas do meu trabalho, mas de muitas outras bandas. Eu adoraria ouvir ‘Show No Mercy’ do Slayer com uma nova gravação de som alucinante. Ou ‘Bonded by Blood’ do Exodus ou ‘Kill ‘Em All’ do Metallica.”

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Decisão fácil para Max Cavalera
Por isso, diante de tal contexto, ele e o irmão decidiram que valia a pena o esforço de regravar os projetos. Desde o início, a intenção era manter o aspecto cru e agressivo dos discos originais, mudando apenas a sonoridade das gravações.

“Acho que para nós, foi uma decisão meio fácil. Tipo, ‘é uma ideia maluca, mas seria legal lançar novas versões com um som real e verdadeiro, mantendo a agressividade do original’. Acho que esse é o elemento-chave das nossas regravações, as mantivemos ainda muito sujas e cruas. Nós não as limpamos e as tornamos meio pop. Mantivemos brutais, como os trabalhos originais.”

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