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06 Janeiro 2023

Igor Cavalera: “Às Vezes O Metal Pode Ser Demasiado Conservador”

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A carreira de Igor Cavalera pode ser chamada de tudo, menos de previsível. Os próprios Sepultura quebraram barreiras geográficas e sonoras, adicionando elementos ao metal e sendo criticado por puristas, mas sempre mantendo a coragem.

Actualmente, além do trabalho com o irmão Max, o músico brasileiro dedica-se ao noise rock dos Petbrick, a carreira de DJ e parcerias com nomes distintos como o rapper Necro e o grupo art pop Ladytron.

Em entrevista à Metal Hammer, Iggor revela que a ousadia eclética vem de longe.

“Na época do Sepultura fizemos versões de bandas como New Model Army ou até Bob Marley. Sempre tentámos ter a mente um pouco mais aberta ao escrever e colaborar com outras pessoas. Coisas como Soulwax ou Ladytron, tudo decorre desse estado de espírito de querer trocar ideias.”

O entrevistador chegou a citar um momento quando a maior banda do Brasil rompeu barreiras em definitivo: “Roots”, o último disco da formação clássica.

“Foi o ponto culminante de muitas dessas coisas das quais estamos falando: ter a mente aberta, tentar experimentar estilos diferentes e ultrapassar os limites das coisas dentro de uma cena que nem sempre costuma ser progressiva. Quando pensas em metal, às vezes, pode ser um meio muito conservador. ‘Roots’ surgiu em um momento que estávamos tentando ultrapassar esses limites, respeitando o que estávamos experimentando. Para nós seria chato ter que fazer o mesmo disco indefinidamente.”

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