IAN HILL diz que os JUDAS PRIEST se mantém relevante ao dar “um passo em frente em cada álbum
Numa entrevista recente com Charlie Kendall’s Metalshop, o baixista dos JUDAS PRIEST, Ian Hill, falou sobre o apelo multigeracional da música da banda, com pais, mães e filhos todos que frequentam os concertos do sPRIEST. Ele disse “Quando se olha para uma plateia hoje em dia, não são só velhos como eu. Há muitas caras jovens, e provavelmente foram arrastadas para lá inicialmente aos gritos e berros pelos pais, talvez, ou pelos avós, nalguns casos. Mas estão a adorar e estão a cantar as canções, e não apenas as novas – estão a cantar canções com 40, 50 anos de idade. Por isso, é óbvio que têm interesse, porque mergulharam no catálogo anterior e têm estado a ouvir todo este material antigo. E são óptimas notícias, não só para nós, claro, mas para o heavy metal em geral. É uma coisa muito animadora de se ver, muitos jovens a divertirem-se”.
Ele continuou: “Sempre tentámos dar um passo em frente em cada álbum. Só queremos melhorar. Abraçamos as novas tecnologias e os novos aparelhos e tudo o mais; se soa bem, usamo-lo, [e] se não, é descartado. Mas quando fazemos isso, mantemo-nos actualizados e isso mantém-nos relevantes. E se você não soubesse quem éramos e ouvisse [os dois últimos álbuns dos PRIEST] ‘Invincible Shield’ ou ‘Firepower’, por exemplo, poderíamos ser qualquer banda – poderíamos ser qualquer banda jovem e promissora apenas a tentar fazer sucesso. E acho que é por isso que estamos a atrair muita gente mais nova, por causa disso – é por causa dessa relevância e porque podemos ligar-nos a eles, e é moderno em oposição a… Quer dizer, ouve, algumas bandas gravam o mesmo álbum meia dúzia de vezes. As pessoas adoram-nas por isso, e não há nada de errado nisso. Mas nós nunca fizemos isso. Tentámos sempre dar esse passo em frente, no que nos diz respeito – às vezes, um passo para o lado.