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26 Março 2020

Grand Sun Assinalaram O Lançamento Do Disco “Sal Y Amore” Com Um Vídeo Para A Faixa “Circles”

Grand Sun está de volta e traz consigo uma revolução, o primeiro sal saudável para hipertensão.
O novo trabalho,” Sal Y Amore”, representa uma outra faceta da banda, mais crua, sem filtros e genuína. Durante 2019, tocaram pelo país fora em salas de concertos e também se lançaram em festivais como o Festival Ecos de Lima, a Festa do Avante ou o Festival Termómetro. O novo disco canta todas estas viagens, novos amigos e muito roque que permitiu ao quarteto de Oeiras crescer e mostrar uma nova face.
Sobre o sujeito insubordinado que quer fugir de tudo, a banda apresenta uma nova solução: imortalizar todos os dissabores que nos fazem sentir vivos. Os singles “Feeling Tired” e “Veera” fazem de porta estandarte desta comitiva. Todos com a sua personalidade desvendam um pouco do que está para vir.
“Sal Y Amore” foi gravado e misturado pelo André Isidro nos estúdios Duck Tape Melodies e masterizado pelo João Alves no Sweet Mastering Studio. O novo trabalho é editado pela Aunt Sally Records no dia 27 de Março e o artwork da capa foi trabalhado em conjunto com a MURTA e a sua lente.
With all being said, a mensagem destes quatro jovens adultos é simples e clara: Sem amore ninguém canta.

O LP de estreia dos Grand Sun “Sal Y Amore” é uma viagem sónica à mente caótica da banda. Ao estrearem o seu primeiro punhado de músicas ao vivo (com o EP ‘The Plastic People of The Universe’, em 2018), tocam por todo o país, em festivais e salas de concerto, apenas o suficiente para descobrir que o contato direto com as pessoas e o imediatismo é o que realmente querem e procuram. Tal como um tempero cáustico em uma festa intemporal, aqui em Sal Y Amore a banda não tem reservas em se mostrar como quer: intensa e festiva. Desde a malha hip “Palo Santo”, à delicada narrativa de “A Picture”, à hipnótica “Veera” e ao traje pós-punk de “Feeling Tired” e “Circles”, a banda refere-se a toda a experiência de crescerem juntos, ao escapismo, medo existencial e todos os desencantos. Falam sobre um contraste entre o amor inocente e idílico e um tipo de relacionamento mais maduro, daí o sal.
De Lisboa, Portugal: os Grand Sun são António Reis, João Ribeiro, João Simões e Miguel da Costa Gomes. Cantam sobre personagens peculiares que encontram todos os dias. Pensem neles como uma banda de sunshine-pop com influências dos anos 60 e 70, que por vezes toca rock psicadélico, na maioria das vezes com uma atitude de garage / pós-punk.
Para assinalar o lançamento do novo single e videoclip “Circles” e edição do disco Sal Y Amore, e fazerem parte da gigante onda de suporte e amor que todos temos assistido nos ultimos dias, Grand Sun lançaram uma uma campanha especial no Bandcamp https://grandsun.bandcamp.com em que todo o catálogo estará a metade do preço até ao lançamento do disco, dia 27 de Março. Bastará apenas colocar a palavra ‘squares’ no checkout. Boas escutas e acima de tudo be safe!
E, por fim, a “Circles”. Sobre esta inevitável aceitação em relação à nossa vida – because Sometimes you don’t get what you want – e pessoalmente sobre este limbo constante em que nos encontramos enquanto construímos a nossa personalidade. A formulação desta dicotomia entre o querer e não querer partir trata-se de cobrirmos este nosso medo existencial com o entusiasmo por esta mesma existência.
É a música mais frenética de “Sal Y Amore”, a música com mais nervo e a que melhor define a transição para esta fase mais ácida da banda. É com Circles que assumem uma postura garage rock e pós-punk, sendo a malha que melhor define como são ao vivo. Well, God bless bands like King Gizzard & The Lizzard Wizzard, Thee Oh Sees and Parquet Courts por todo o bom mojo e a inspiração para dançar, gritar e fazer crowdsurfs. Pensam nisso enquanto a tocam ao vivo. E sobre quão bom é expressar algo, ainda que esse algo seja andar em círculos.
Visualmente, o teledisco gravado por Francisco Lopes retrata os Grand Sun num talk-show surreal, quase bizarro, onde a banda se entrevista a si própria, numa conversa inconsequente que é uma sátira e uma representação caseira do ruído que estamos expostos diariamente.

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