Frank Bello Afirmou Que Novo Álbum Dos Anthrax Será Lançado Em 2022
Em entrevista para o Metal Pilgrim, o baixista dos Anthrax, Frank Bello, falou sobre o progresso do trabalho para o sucessor de “For All Kings”, de 2016.
Falando sobre o longo tempo que foi preciso para ele e os seus colegas de banda trabalharem no material para o novo álbum, Frank disse: “O Covid chegou e parou tudo. Tens que entender, não podemos entrar num avião – durante a Covid , durante a cena toda, não podíamos entrar num avião e apenas viajar para tocar. Normalmente, o que acontece com um disco dos Anthrax, o Charlie [Benante, bateria], o Scott [Ian, guitarra] e eu reuníamo-nos num só lugar. Ou eu voaria para L.A. ou Chicago ou eles voariam para Nova Iorque ou nós iríamos para L.A, para a casa de Scott, nós todos nos reuniríamos e tocaríamos e criaríamos. Isso não estava a acontecer. Não sei se você já fizeram um Zoom, mas tocar no Zoom realmente não funciona. Não funciona – há sempre uma latência ali; há sempre uma questão de tempo. Não funciona da maneira que queremos”.
Ele acrescentou: “Agora que estamos a seguir em frente, sei que no próximo mês teremos uma sessão de composição, o que é óptimo. Vamos todos encontrar-nos em Nova Iorque e vamos tocar. Acho que temos seis ou sete músicas agora em que estamos a trabalhar e a esforçar-nos. Então, estamos bem. Haverá outro álbum em 2022. Espero que tudo funcione – todos permaneçam saudáveis e as coisas estejam abertas. Vamos ver o que acontece.”
Bello também falou sobre o processo de composição do Anthrax: “Nós apenas escrevemos juntos. O Charlie escreve muitos riffs musicais. Mas todos nós chegamos com riffs e outras coisas. O que funcionar melhor. Honestamente, está em aberto. Tu trazes as tuas coisas digitais agora – eu trago o meu telefone; mando e-mails para todos com antecedência e nós juntamos as ideias. E começamos a trabalhar nelas, a construí-las juntos. Tentamos misturá-las e ver , ‘Que tal esta parte para esta parte? Que tal esta para aquela?’ E começamos a construir”.
“O importante é digerir – ouvir, ir para casa, conviver com isso. Essa é a parte importante – conviver com isso e ver se funciona, ver se ainda estamos animado com isso como estavamos naquele momento. É assim que sabemos que temos longevidade. É por isso que demoramos um pouco mais para compor. Temos que conviver com isso porque não pode simplesmente mandar algo fora. Temos que conviver com isso e dizer: ‘Ah, isso é tão bom quanto no dia em que fizemos’. E isso é o que realmente importa”, concluiu o baixista.