Evergrey anunciam lançamento de «Architects Of A New Weave»
EVERGREY, os mestres da melancolia de Gotemburgo, oferecem mais uma explosão de beleza sombria e transformam o seu fogo interior em algo imparável: o seu intenso décimo quinto álbum, «Architects Of A New Weave», será lançado a 5 de junho de 2026 via Napalm Records.
Este é o alerta de que não sabias que precisavas: um mergulho em ar rarefeito, mundos em chamas e culpas persistentes — apenas para depois romperes com um ímpeto feroz. O álbum recusa-se a definhar. Ele ascende — rápido, pesado e cinematográfico. Mas recusa-se a esconder-se na escuridão. Ele ergue-se: veloz, intenso e totalmente transformador.
Fica atento — nova música a caminho em breve!
Tom Englund sobre «Architects Of A New Weave»:
Literalmente, nunca tivemos tanta dificuldade em escolher singles. E honestamente? Esse é o melhor tipo de problema que poderíamos ter. Cada tema deste álbum está a lutar para ser aquele que ouves primeiro — porque pusemos tudo o que tínhamos na criação de um álbum por que estamos completamente obcecados. Como sempre, não há enchimentos, não há compromissos, apenas doze temas de que temos um orgulho absurdo e teremos para o resto das nossas vidas. Faz já a pré-compra do álbum e junta-te ao weave!
Mergulha nos temas de destaque de «Architects Of A New Weave», como «The World is on Fire», «Leaving The Emptiness», «Heaven» e «The Prophecy», e no deslumbrante hino que dá nome ao álbum, «Architects Of The New Weave».
Os refrões irrompem como raios de sol a atravessar nuvens de tempestade: melodias enormes e cinematográficas que te elevam, riffs com peso e mordida reais, e vocais carregados de verdade crua e inabalável.
Num momento, carregas anseios enterrados; no seguinte, estás leve, destemido, infinito. As cicatrizes transformam‑se em emblemas de sobrevivência, as fraturas alimentam a reinvenção.
Na segunda metade do álbum, o ícone de Gotemburgo Mikael Stanne (Dark Tranquillity, The Halo Effect, Grand Cadaver, Cemetery Skyline) junta‑se a Tom S. Englund nas vozes em «A Burning Flame», com as vozes das duas lendas da cena a entrelaçarem‑se de forma cativante.
«Architects Of A New Weave» foi produzido por Tom S. Englund e Vikram Shankar, com uma mistura brilhante de Adam “Nolly” Getgood.
O caos não reivindica a vitória — tu é que o fazes. Avanças como tecelão, reconstituindo crença, identidade, ligação e até a própria forma do amanhã em algo mais forte, mais luminoso e inquebrável.
Este é metal melódico, progressivo e sombrio na sua forma mais massiva e íntima: pesado o suficiente para mover montanhas, épico o suficiente para te fazer erguer o punho e acreditar genuinamente.
Carrega uma verdade inabalável diretamente ao teu núcleo: nada — nem a dor, nem a escuridão, nem qualquer tempestade — tem o direito de te rotular como partido.
Tu és a força que reúne os fragmentos e forja beleza real a partir deles. Tecelões de sonhos a erguer‑se. Os arquitetos a avançar para reclamar o que vem a seguir.
Se alguma vez sentiste aquele puxão interior — silencioso ou estrondoso — para reescrever a tua história nos teus próprios termos, sem desculpas e com total domínio, este é o álbum que transforma esse impulso em certeza.
O teu grito de batalha. O teu hino de renovação, criação e de finalmente entrares na pessoa que estás destinado a ser.
Seja a lançar a era mais ousada dos EVERGREY, a afirmar-se como uma declaração feroz e independente, ou a funcionar como capítulo‑ponte decisivo que redefine o seu caminho, «Architects Of A New Weave» é pura motivação cinematográfica — pronto para carregar a tua playlist e impulsionar o teu andamento para a frente.
É como se os EVERGREY não sobrevivessem apenas à adversidade — eles crescessem por causa dela.
Cada desafio, cada contratempo, cada ferida parece tornar‑se o oxigénio que alimenta a sua música.
Quanto mais sombria a tempestade que um dia ameaçou quebrá‑los, mais poderosamente cada nota respira essa mesma dor, transformando o que ontem os magoou no coração vivo e elevado das suas canções de hoje.
«Architects Of A New Weave» sela a ideia: já não somos vítimas da noite, mas criadores de novos céus, novas crenças e novos paraísos inteiros.
Agarra‑o agora. Deixa que te arme. Isto não é apenas um álbum — é o som de tomares o controlo e construíres o que vem a seguir.