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12 Fevereiro 2026

Em 2026, Da Weasel regressam ao MEO Marés com orquestra

MEO Marés muda-se em 2026 para Leça da Palmeira, em Matosinhos, nos dias 17, 18 e 19 de Julho, dando início a um novo capítulo na história do festival e reforçando a sua ambição, escala e experiência para o público.

Sem abdicar do ADN que o tornou uma referência no panorama musical nacional, o festival consolida a sua identidade como MEO Marés e reforça a sua ligação ao Norte do país.

O lançamento da edição de 2026 fica marcado pelo anúncio do primeiro nome do cartaz: Da Weasel.

Os Da Weasel regressam ao palco do MEO Marés na edição 2026 com orquestra, sob a direção do prestigiado maestro Rui Massena, recuperando o espírito de Da Weasel Goes Symphonic — espetáculo apresentado em Lisboa, junto à Torre de Belém, há precisamente 20 anos, perante uma imensa plateia. Esse momento marcou profundamente os elementos da banda e viria a inspirar o álbum Amor, Escárnio e Maldizer (2007), parcialmente gravado em estúdio com a Orquestra Sinfónica Nacional Checa.

Este concerto promete ser um dos momentos mais marcantes do MEO Marés 2026, num alinhamento que continuará a crescer nas próximas semanas com novos anúncios nacionais e internacionais.

Depois de mais de uma década a ligar públicos, artistas e grandes momentos ao vivo, o MEO Marés entra numa nova fase, acompanhando a sua própria evolução e as expectativas da comunidade que o acompanha. A consolidação da marca para MEO Marés reflete um processo natural de simplificação concebido para reforçar a identidade do festival e a sua capacidade de crescimento e projeção futura, preservando o seu legado.

“Por muito longa e frutífera que seja a carreira de uma banda, há uma série de momentos que se tornam indeléveis na sua memória colectiva: a primeira passagem na rádio, o primeiro concerto, o primeiro festival, o primeiro prémio, a gravação de um disco mais especial, a filmagem “daquele” videoclipe… Enfim, toda uma série de ocasiões mais ou menos pomposas que nos deixaram uma marca boa (quase sempre), e nos fortaleceram, deram pica, alegria e vontade de fazer mais, melhor e diferente. O concerto com o Maestro Rui Massena em Belém figura nessa galeria sem qualquer sombra de dúvida: numa altura em que as actuações “normais” dos Da Weasel seguiam em velocidade de cruzeiro com um motor bem oleado e toda uma engrenagem que praticamente se mexia sozinha, tantos eram os concertos que fazíamos, é-nos proposto o desafio de tocar com uma orquestra. Na primeira vez que ouvimos a proposta do Rui de arranjos para os nossos temas, ainda em computador, sentimos a certeza de que iríamos fazer algo realmente novo para nós. Algo que iria acrescentar. Algo grandioso. Dos ensaios à apresentação fomos reforçando essa convicção, à medida que criávamos uma relação para além do profissional não só com o Maestro mas com os músicos da orquestra, todos a puxar para o mesmo lado, com a mesma vibração. O espectáculo de Belém foi um dos momentos mais bonitos da história dos Da Weasel e, surpreendentemente, apesar de trabalhoso, não foi difícil. Difícil foi fazer os primeiros concertos seguintes sem aquele acompanhamento genial de uma riqueza musical como só uma orquestra pode oferecer.”
Carlão

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