Edge Of Paradise abraçam o metal melódico em “Rogue (Aim for the Kill)”
A banda apresenta um novo material em 2024 do que pode vir a ser de um disco novo, seguindo o álbum anterior “Hologram”, de 2023, assim como os singles “Eyes of the viper” e “Outrun the Wolves (acústico)”.
Formada em Los Angeles, Califórnia, em 2011, o grupo estadunidense atualmente é composto por Margarita Monet (vocal), Dave Bates (guitarra principal), John Chominsky (bateria) e Nick Ericson (baixo). Uma formação que se mantém unida por um bom tempo.
A novidade agora é a aparição do grupo entre os membros da gravadora da Áustria Napalm Records, que também tem subsede na Alemanha e nos Estados Unidos representando o lado não europeu. Reunidos com gigantes do metal, como Accept, Dragonforce, Katatonia, Nestor, Moonspell, SevenDust e outros, a banda vai seguindo os caminhos de nomes ascendentes como Jinjer e das brasileiras do Crypta e da Nervosa na lista dos grandes da música extrema. E é muito merecido (assim como dos e das demais citadas).
“Rogue (Aim for the Kill)” compila elementos de metal melódico do começo ao fim em seus quase quatro minutos e mostra que sabe quando acelerar e desacelerar. Ou quando pesar e ficar mais leve. O mesmo vale para o vocal, que ganha diversas formas conforme a música é construída. Em alguns momentos, isso até mesmo inclui um certo aspecto teatral que se incorpora a efeitos sonoros de distorção.
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De forma épica, Edge Of Paradise abraça o metal melódico em novo lançamento: escute “Rogue (Aim for the Kill)”.
escrito por Arthur Coelho 18 de abril de 2024

A banda apresenta um novo material em 2024 do que pode vir a ser de um disco novo, seguindo o álbum anterior “Hologram”, de 2023, assim como os singles “Eyes of the viper” e “Outrun the Wolves (acústico)”.
Formada em Los Angeles, Califórnia, em 2011, o grupo estadunidense atualmente é composto por Margarita Monet (vocal), Dave Bates (guitarra principal), John Chominsky (bateria) e Nick Ericson (baixo). Uma formação que se mantém unida por um bom tempo.
A novidade agora é a aparição do grupo entre os membros da gravadora da Áustria Napalm Records, que também tem subsede na Alemanha e nos Estados Unidos representando o lado não europeu. Reunidos com gigantes do metal, como Accept, Dragonforce, Katatonia, Nestor, Moonspell, SevenDust e outros, a banda vai seguindo os caminhos de nomes ascendentes como Jinjer e das brasileiras do Crypta e da Nervosa na lista dos grandes da música extrema. E é muito merecido (assim como dos e das demais citadas).
“Rogue (Aim for the Kill)” compila elementos de metal melódico do começo ao fim em seus quase quatro minutos e mostra que sabe quando acelerar e desacelerar. Ou quando pesar e ficar mais leve. O mesmo vale para o vocal, que ganha diversas formas conforme a música é construída. Em alguns momentos, isso até mesmo inclui um certo aspecto teatral que se incorpora a efeitos sonoros de distorção.
As linhas de guitarra passam todo um clima épico para a música, o que é muito ilustrado no imaginário do ouvinte pelo criativo clipe temático. Na produção audiovisual, a melodia pesada ganha vida ao olhar nu com cenas que alternam entre a banda tocando dentro de um vulcão que os inunda de lava e também com trechos da vocalista Margarita Monet interpretando a música enquanto o cenário muda entre o fogo e um espaço cyberpunk.
A música fala sobre encarar a morte cara a cara e enfrentar seus desafios por mais sombrios e assustadores que sejam. A vocalista e voz do grupo chegou a declarar algo parecido e, pensando bem, isso representa muito bem a motivação da própria banda em chegar aonde estão. A motivação para rolar as pedras que rolaram sobre as montanhas. E foi preciso passar literalmente pelo inferno para que pudessem colher seus frutos. Mas não se engane, ainda tem muito por vir. Parafraseando mais uma vez os membros: “So let’s ‘Aim for the Kill’ together, united by the unwavering strength!”