Documentário revela filho que Billy Idol desconhecia ter
Foi estreado no Tribeca Film Festival o documentário “Billy Idol Should Be Dead” que tem como principal revelação ao público a existência de um terceiro filho de Billy Idol, que o rocker só descobriu ter há poucos anos. Segundo descreve a People, este filho chama-se Brant, convencido de que o homem que pensava ser seu pai, um cidadão chamado Mark, e que cuidou dele. Certo dia, Brant, já com mais de 30 anos, ganha alento para fazer a pergunta estranha à sua progenitora: “Mãe, há alguma hipótese do meu pai [o tal Mark] não ser o meu pai biológico?”. A pergunta de Brant não é inocente, porque tinha feito um teste DNA cujos resultados abanaram com as certezas que tinha e com que cresceu. A pergunta de Brant é estranha, sim, mas não tão estranha quanto a resposta da mãe: filho, sabes, o que te vou dizer é um bocado maluco, mas naqueles dias”, mais ou menos nove meses antes de nascer, “estivemos separados [ela e o Mark] e na verdade passei um fim-de-semana com o Billy Idol”.
Os factos foram encaixando uns nos outros e a probabilidade de uma celebridade musical como Billy Idol ser seu pai passou a certeza. Idol recebeu-o de braços abertos como um filho, que literalmente era. Brant foi acolhido na família do músico e levou com ele os seus filhos, isto é, os netos de Billy Idol. A convivência tornou-se familiar. Quando Billy Idol viu uma estrela com o seu nome aparecer no Passeio da Fama, Brant esteve presente na cerimónia. Na sessão de fotos com a família, no tapete vermelho, poucos terão reparado que um dos homens a seu lado não era propriamente o genro ou o filho legítimo, mas sim Brant, o novo homenzarrão da família, com a sua catrefada de filhos.
Brant Broad é o terceiro filho que Billy Idol passou a conhecer, mas, curiosamente, é o mais velho, juntando-se a outro dois Broad, ou bros, todos de mães diferentes: o Willem, de 36 anos, e a Bonnie, de 35, que cresceram com o pai.
O documentário “Billy Idol Should Be Dead” é realizado pelo cineasta sueco Jonas Åkerlund e aborda as várias fases da vida de Billy Idol, desde os tempos da euforia punk nos Generation X, à sua carreira a solo de êxitos MTV até às derrapagens da vida quase fatais, fossem de moto ou dos abusos de drogas.
Billy Idol tem 69 anos e é responsável por canções icónicas como ‘Dancing with Myself’, ‘White Wedding’, ‘Rebel Yell’ e ‘Eyes Without a Face’.