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14 Julho 2026

Dani Filth nega acusações de ex-membros do Cradle of Filth: “Não fizemos absolutamente nada de errado”

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Em 2025, o inferno astral dos Cradle of Filth em torno das demissões de Zoë M. Federoff e Marek “Ashok” Šmerda, que aconteceram na The Screaming of the Americas Tour, foi gigantesco. Para quem não se lembra, o conjunto inglês e a sua administração sofreram acusações de roubo, extorsão e assédio moral por parte de Zoë e Marek.

Aproveitando a boleia dos lamentáveis acontecimentos outros ex-membros do Cradle of Filth uniram-se no processo contra Dani Filth, empresas afiliadas à banda e a The Oracle Management.

Agora, em entrevista para o Hot Metal, o vocalista Dani Filth negou as acusações de ex-membros dos Cradle of Filth. O cantor afirmou que ele e sua banda não fizeram absolutamente nada de errado.

“Nós simplesmente ignoramos. Na verdade, nós, como pessoas, como banda, como eu, não fizemos absolutamente nada de errado. Foi uma tempestade num copo d’água. Fizemos uma tournee americana, fizemos festivais de verão, estamos a todo vapor. Os Cradle estao de volta”.

“É realmente uma pena que esse tipo de coisa aconteça”, pontuou. “Mas a vida lança obstáculos o tempo todo”.

Dani acrescentou: “As pessoas dizem: ‘Vocês têm uma nova formação’. Bom, vocês querem um espectaculo ou não? As bandas evoluem. Ninguém reclama no ambiente de trabalho se alguém sai do escritório, da editora, do programa de rádio ou da revista. É só uma questão de se adaptar e sobreviver. Nós evoluímos. Evoluímos e seguimos em frente”.

Processo

O processo, aberto no estado do Arizona, EUA, em 30 de setembro de 2025 e emendado em 20 de novembro, tem como autores Federoff, Šmerda, o guitarrista Paul Allender, a ex-tecladista e vocalista Lindsay Matheson (Lindsay Schoolcraft), o ex-guitarrista Richard Shaw e Sasha Baxter, que apareceu em dois videoclipes da banda.

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O processo aponta crimes como uso comercial não autorizado da imagem dos demandantes, royalties não pagos por apresentações ao vivo e obras gravadas, uso indevido dos símbolos protegidos por direitos autorais de Matheson, declarações depreciativas sobre Federoff e Smerda, enriquecimento ilícito, etc.

Além disso, os autores da ação buscam ampla reparação por conta de danos morais e materiais por perdas financeiras e sofrimento emocional, e o reembolso de todas as custas judiciais. Eles também solicitam um julgamento por júri.

Os músicos, portanto, estão lutando pelos seus direitos na justiça. Já Dani Filth, que é o líder e o vocalista do grupo, jura que tem provas para se defender de todas incriminações.

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