As práticas que devem adoptar para evitar ser vítima de burlas na Internet
Celebrou-se no dia 17 de maio, o Dia Mundial da Internet e, para marcar a data, o Observador Cetelem aproveitou para recordar algumas boas práticas que devem ser adotadas pelos internautas a pensar na cibersegurança.
Acontece que, de acordo com esta entidade, um em cada quatro portugueses já foi vítima de fraude digital, notando que “apenas 37% adotam medidas de proteção de forma consistente”.
Numa altura em que o Centro Nacional de Cibersegurança dá conta de um aumento de 13% no cibercrime em 2025, torna-se especialmente importante adotar medidas para evitar ser vítima de burlas e fraudes – sejam eles ataques de “phishing” (envio de e-mails onde os burlões se fazem passar por pessoas conhecidas), “smishing” (idêntico ao “phishing” mas com recurso a mensagens de texto no telemóvel), “vishing” (chamadas telefónicas onde burlões fingem ser representantes de entidades financeiras) ou simplesmente por via de sites falsos.
Assim sendo, torna-se importar adotar as práticas abaixo para garantir que não é vítima deste tipo de ciberataques e consegue identificar tentativas de burla logo no primeiro contacto.
Pode ficar a saber abaixo as três práticas simples para reforçar a sua segurança enquanto navega na Internet:
Nas compras online
- Confirmar sempre que o site é seguro e que começa sempre com “https://”;
- Desconfiar de campanhas com preços irrealistas;
- Utilizar métodos seguros de pagamento;
- Apostar em métodos com autenticação forte (sensor de impressões digitais ou reconhecimento facial sempre que possível);
No acesso à conta
- Usar sempre as apps ou sites oficiais dos bancos;
- Não entrar na conta através de links recebidos por e-mail ou SMS;
- Manter as apps devidamente atualizadas;
- Usar palavras-passe fortes e complexas;
- Terminar sempre a sessão quando terminar tudo o que tem de fazer na app ou site do seu banco;
Nos pedidos de crédito
- Devem ser realizados apenas por canais oficiais das entidades em questão;
- Garantir que os domínios dos sites são fidedignos;
- Em caso de dúvida, contactar sempre a instituição diretamente.