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26 Setembro 2024

Rayne Beau, o gato que se perdeu a 1700 km de casa e reapareceu a 300

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A viagem era uma estreia: Benny e Susanne Anguiano, um casal norte-americano que vive na Califórnia, decidiram em junho levar os dois gatos da casa – Rayne Beau e Starr Jasmyn — a acampar no parque natural de Yellowstone, a 1700 quilómetros de casa.

Chegados ao campo de caravanas de Fishing Bridge, conta a Associated Press, o que seria uma estreia a quatro passou a ser um problema a três: Rayne Beau, em estreia absoluta numa floresta, assustou-se com o ambiente e correu imediatamente para o mar de árvores.

Seguiram-se quatro dias de buscas com recurso às comidas e brinquedos favoritos do gato, mas sem sucesso: o casal teria mesmo de voltar a casa com menos um gato.

O verão avançou e, com ele, avançava também um felino que aparentemente não se dera como vencido. A notícia chegou aos Anguianos em agosto: Rayne Beau, que tem microchip, tinha sido localizado em Roseville, Califórnia, a 300 quilómetros de casa e a mais de 900 do local de onde fugira.

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Uma moradora da cidade viu o gato na rua e, depois de ganhar a confiança deste com alguma comida, levou-o à Sociedade de Prevenção da Crueldade com Animais de Roseville, onde o microchip foi lido e de onde foi enviado o alerta para o casal de donos.

No dia seguinte estavam em Roseville, reunidos com um Rayne Beau com menos dois quilos e meio — “40% do peso” -, patas “muito gastas” e “níveis de proteína muito baixos”, o que para a dona foi sinal de que “ninguém tinha cuidado dele”. Ou seja, de que tinha estado sozinho.

O casal quer agora tentar perceber por onde andou o gato, embora acredite que estava mesmo a tentar chegar a casa sozinho. E, para prevenir, além do microchip, os dois gatos dos Anguinos passam a ter air tags, uns pequenos dispositivos de localização que aproveitam a quase universalidade dos smartphones para transmitir sinais em permanência.

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E, porque gato escaldado de água fria tem medo, Rayne Beau também vai andar com um localizador GPS. Para já, os acampamentos vão ter de “ser treinados em casa”.

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